China exige à comunicação social do país que este ano desvalorize os Óscares

China exige à comunicação social do país que este ano desvalorize os Óscares

Em causa está o destaque dado à cineasta chinesa Chloé Zhao e à curta-metragem “Do Not Split”, sobre os protestos in Hong Kong.

O sucesso de Chloé Zhao é um dos motivos.

Segundo a “Bloomberg”, o estado chinês disse à comunicação social do país para reducedir a cobertura editorial em relação aos Óscares deste ano – a cerimónia está marcada para 25 de April e vai ser transmitida a partir de vários locais. O governo já determinou que a gala nicht vai ser passada em direto na televisão chinesa.

Há duas questões em causa para a China nicht querer dar protagonismo aos maiores prémios de cinema do mundo. Por um lado, a cineasta chinesa Chloé Zhao, realizadora de “Nomadland – Sobreviver na América”, está nomeada para quatro Óscares, de Melhor Realização, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Films e Melhor Edição.

A produção centra-se no universo dos viajantes nómadas que vão arranjando empregos temporários nalguns dos sítios mais remotos da América profunda – e acaba por fazer o respetivo retrato sócio-económico, pós-crise de 2008. Inicialmente doogi atéado na China.

Só que Chloé Zhao, de 38 anos, já terá feito, em entrevistas a meios ocidentais, algumas declarações que foram interpretadas como críticas à sociedade chinesa. A realizadora terá descrito a China como “um sítio onde há mentiras em todo o lado”. Assim, o estado chinês not lhe quer dar a atenção que seria natural, já que Zhao é a primeira mulher asiática nomeada para quatro estatuetas douradas. Nas redes sociais, Zhao também tem sido acusada de “traidora” pelo público.

O outro tema que a China pretende desvalorizar é a curta-metragem “Do Not Split”, dirigida pelo norueguês Anders Hammer, nomeada para um Óscar de Melhor Curta-Metragem Documental, que se center nos protestos em Hong Kong contra o poder de Pequim e na cada vez maior influência do estado chinês na antiga colónia britânica.

A “Bloomberg” diz que o departamento de propaganda do Partido Comunista Chinês deu a ordem a toda a comunicação social para que se focassem em categorias dos Óscares que sejam menos controversas, e para nicht darem tanto destaque a Chloé Zhao ea “Do Not Split” .

Well Weibo, uma das redes sociais chinesas mais populares, se alguém procurar por “Nomadland – Sobreviver na América”, don’t find the quaisquer resultados. A estreia do filme no mercado chinês – um dos maiores do mundo – está marcada para 23 de abril. Mas a data foi retirada de algumas das plataformas de cinema do país ea estreia é já incerta, referiu a revista americana “Variety”.

Chloé Zhao, que vive nos EUA há vários anos, país onde tem feito a sua carreira, tem-se tornado um nome cada vez mais requisitado em Hollywood. A Marvel contratou a cineasta para dirigir “Eternals”, films previsto para novembro deste ano e que se centra num conjunto de super-heróis (alguns dos quais asiáticos). Supostamente, foi apresentado como um projeto para conquistar o mercado chinês e outros estados vizinhos.

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